Descubra tudo sobre o Red Light District de Amsterdã! História, o que ver, como visitar com respeito, dicas de segurança e atrações culturais no bairro mais famoso (e controverso) da cidade.
Visitar Amsterdã é também mergulhar em realidades que quebram tabus — e nenhum lugar representa melhor essa mistura de liberdade, história e controvérsia do que o Red Light District, o Bairro da Luz Vermelha.
Conhecido mundialmente pelas vitrines com luzes vermelhas, o bairro vai muito além da fama de “zona do sexo”. É uma região histórica, vibrante e cheia de contrastes, onde convivem igrejas, museus, coffee shops, bares e turistas curiosos do mundo inteiro.
O Red Light District está localizado no coração de Amsterdã, próximo à Estação Central. Em holandês, ele é chamado de De Wallen, e é formado por várias ruelas e canais ao redor da Oudezijds Achterburgwal e Oudezijds Voorburgwal.
É possível chegar a pé saindo da Praça Dam, em poucos minutos. É uma área super acessível — e vigiada — tanto de dia quanto à noite.
Mulheres trabalham legalmente e se apresentam em vitrines iluminadas com luzes vermelhas, atraindo clientes e turistas. Sim, a prostituição é legalizada e regulamentada na Holanda.
Mas atenção: é proibido tirar fotos das vitrines. Isso é levado a sério e o desrespeito pode gerar situações bem desagradáveis.
O bairro também abriga atrações culturais que exploram temas ligados à sexualidade e à história da região:
A igreja mais antiga de Amsterdã está, curiosamente, bem no coração do Red Light District. Fundada no século 13, ela oferece exposições e uma vista maravilhosa da cidade.
O bairro é cheio de cafés, pubs, bares LGBTQIA+, bares com karaokê e coffee shops (onde o consumo de maconha é permitido dentro da lei).
Alguns destaques:
Se quiser entender melhor a cultura local sem julgamentos, vale fazer um walking tour guiado. Existem opções com enfoque histórico, social e até tours noturnos com foco em segurança e respeito.
Sim! E não apenas pelo aspecto turístico. O Red Light District mostra como Amsterdã lida com temas complexos de forma aberta, legal e segura, permitindo ao visitante refletir sobre liberdade, respeito e direitos sociais.
Mesmo que você não esteja interessado em shows ou coffee shops, só o fato de caminhar pelas ruas iluminadas, observar a arquitetura antiga, a Oude Kerk e os canais à noite já vale a experiência.
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